Praia de Ajuruteua - Bragança-PA.
“Amor Divino”
Depois de algum tempo parado...
Estou aqui de volta a escrever palavras que decifram um singelo coração, transcrevendo um sentimento que há muito tempo encontrava-se calado, a espera de um amor puro e verdadeiro.
Hoje...
Reencontrei-me, ainda não foi exatamente o "AMOR!"
E sim, uma nova forma de amar.
Muitos erros eu cometi, mas quem nunca errou:
"Que atire a primeira pedra"
Pois, todos nós somos pecadores.
Me sinto um homem renovado e feliz.
Sou um servo de Deus que não tem pressa de chegar, de encontrar ou até mesmo quem sabe reencontrar o verdadeiro AMOR da minha vida...
Hoje e sempre...
O "AMOR DIVINO" é prioritário, em suas mãos deixo minha vida, basta ouvir a voz do meu coração que ele certamente me dirá o caminho, ele sim me sustentará quando eu cair ou tropeçar é nele que devo confiar.
Sejam quais forem os problemas, com ele nunca é tarde pra recomeçar e se reerguer, todos nós somos capazes de "sacudir a poeira e dar a volta por cima",
Tenha fé... Pro que der e vier... Lute pelo seu amor... Pela sua vida...
Todo Amor... É Divino... É Obra de Deus... É Invencível...
É por isso que ele é... E pra sempre será... Inigualável...
Então, abra seu coração para esse amor
Deixe-o invadir e resplandecer com sua luz irradiante,
Atingindo o lugar mais profundo do seu ser,
E depois disso você verá e sentirá que tudo se tornará pequeno,
Não resista... Se entregue a ele...
Seja...
Na dor... No amor...
Na alegria... Na tristeza...
Na riqueza... Na pobreza...
Na saúde ou na doença.
Se ao menos tentássemos, ou melhor, nos rendêssemos a esse infinito amor,
Concerteza ele afastaria todas nossas impurezas.
De agora em diante teremos como obrigação,
“Aprender sempre a perdoar para que possamos ser perdoados”.
Dessa Maneira...
Purificamos nossos corações e podemos viver mais em paz e harmonia.
Não desanime... Acredite...
Seguindo sempre esses passos...
Poderemos contribuir para ajudar a vivermos e construirmos juntos...
Um "Mundo Novo" de Amor e Esperança.
Bragança-Pa, 26 de Julho de 2005.
Por Horácio Ribeiro Junior.
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